Marido confessa que matou servidora pública por desconfiar de traição no ES

O casal estava casado há 16 anos e tinha uma filha de 15. Ainda segundo o delegado, a traição não chegou a ser confirmada pelo marido, mas Claudiana foi morta mesmo assim.

Marido confessa que matou servidora pública por desconfiar de traição no ES

Marido confessa que matou servidora pública por desconfiar de traição no ES

O marido da servidora pública Claudiana Bom Macota, de 35 anos, encontrada morta nesta segunda-feira (9) em Itapemirim, Sul do estado, confessou o assassinato. A motivação, segundo ele, foi a desconfiança de uma traição por parte da vítima. Ele foi ouvido e liberado pela polícia.

O corpo da servidora foi encontrado nesta segunda-feira (9), em um matagal perto da Praia da Gamboa, em Itaipava, distrito de Itapemirim. Claudiana trabalhava como gari e desapareceu após sair de casa na quinta-feira (5). O corpo dela já estava em estado de decomposição, mas as roupas foram reconhecidas por familiares.

Segundo o delegado Djalma Pereira, na primeira versão contada pelo marido à polícia, a servidora havia desaparecido após sair de casa para pagar uma conta e caminhar. Entretanto, nesta terça-feira (10), ele confessou que matou a esposa por ciúmes e desconfiança de uma traição.

O casal estava casado há 16 anos e tinha uma filha de 15. Ainda segundo o delegado, a traição não chegou a ser confirmada pelo marido, mas Claudiana foi morta mesmo assim.

Próximo ao corpo havia uma cova rasa e uma pá, segundo a polícia.O marido disse que não foi o responsável por fazer a cova.

O assassino confesso foi ouvido pela polícia e em seguida liberado, isso porque ainda não há identificação oficial do corpo, que será feita por meio de exame de DNA no Departamento Médico Legal (DML). Se for confirmado, ele vai responder por feminicídio. A pena varia entre 12 e 30 anos de prisão.

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