Futuro pode estar enfraquecido, de seis a oito prefeitos podem deixar a ASSOLESTE

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O portão principal de entrada  fechado   com correntes  dá um tom das mudanças na associação, já é um reflexo da reunião que culminou com o afastamento do secretário executivo Jupiaci Ramalho.   Um prefeito já se desfiliou e outros podem tomar o mesmo caminho.

 SAMSUNGCom sede em Mantena/MG, a Associação dos Municípios da Microrregião do Leste de Minas – ASSOLESTE vem vivendo sua pior crise desde a fundação. Criada sob forma de sociedade civil de defesa e representação dos municípios, sem vinculo partidário, sem fins lucrativos e com duração indeterminada   e com principais objetivos  de ampliar e fortalecer a capacidade administrativa, econômica e social dos municípios,  ela tem como ponto forte a união dos prefeitos e Municípios e pode estar sendo abalada em toda sua estrutura  perdendo a força com a possível  saída de seis a oito prefeitos que não apoiaram a ação do novo Presidente, Genil Mata, Prefeito de Central de Minas, quando  “forçou” radicalmente a saída do secretário executivo Jupiaci Ramalho, um homem que se dedicou de corpo e alma a ASSOLESTE  e que vinha fazendo um trabalho excelente  e inquestionável até então.

A história desse novo tempo da  ASSOLESTE começou a mudar em dezembro/2014  nas últimas eleições, até então todos os presidentes que haviam passado no comando da associação foram  escolhidos  por unanimidade e com a adesão de todos os outros prefeitos, mostrando a sintonia e a união que a associação precisa para alavancar recursos, convênios, ajudas e apoio do estado e da federação.

 Declarando publicamente que veio para mudar e que queria a disputa, o prefeito Genil Mata não fez questão do dialogo e nem  da unanimidade dos prefeitos,  criando assim pela primeira vez uma disputa  para presidência que venceu concorrendo contra o Prefeito Zequinha de Nova Modica começando assim o “racha” e a “divisão” dos prefeitos.

Já desgastados pelas eleições divididas de dezembro os prefeitos voltaram a ser convocados nesta sexta feira, (30/01), para uma reunião de emergência quando em pauta o Presidente pediu a cabeça do secretário executivo Jupiaci Ramalho e mais uma vez  “rachou” o grupo de prefeitos que fazem parte da ASSOLESTE.

A decisão de pedir e forçar a  qualquer custo a saída de Jupiaci Ramalho pode  ter trazido grandes dificuldades para o futuro da ASSOLESTE.  Nem mesmo havia terminado a reunião e o prefeito de Itabirinha, Dego Reis, já  oficializou sua saída da associação e a qualquer momento outros prefeitos podem segui-lo enfraquecendo sobremaneira o futuro da associação.

Nesta segunda feira o Jornalismo Mantena Online conferiu  uma atitude do novo Presidente quando colocou correntes no portão de entrada da ASSOLESTE já simbolizando um novo tempo que pode  marcar negativamente e literalmente as portas fechadas devido ao enfraquecimento politico que sinaliza o futuro.