Vereador Branca de Neve diz que Câmara Municipal é uma máquina de fazer linguiça e que tem feito o povo de Mantena sofrer

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Mais uma vez o vereador usou a  Tribuna da Câmara disparando  sua  “metralhadora” de críticas, relatou que nestes três anos a Câmara não fez nada, que  sim,  os vereadores já deram foi um valor significante de despesas com viagens e hotéis caros, além de voltar a atacar o colega Marcelinho do Lico reafirmando ser inviolável e que a Câmara Municipal não é lugar para coitadinho, homem apiedado e sem  posição. O vereador foi tão incoerente  que não mediu a consequência dos seus atos atacando a  ele mesmo não importando com o resultado de sua ação.  

Vereador detona os próprios companheiros "Esta câmara é uma maquina de fazer linguiça"
Vereador detona a si mesmo e  aos próprios companheiros “Esta Câmara é uma maquina de fazer linguiça”

Na  reunião da Câmara Municipal de Mantena  desta quarta feira, (15/04), o  vereador Anderson Branca de Neve começou sua oratória  filosofando  “o homem não pode ser temido  e nem odiado pela força bruta ou pelo poder que ele detém, o homem deve ser respeitado e temido pelo conhecimento, o que move não é a força  e sim o conhecimento, as vezes a falta de conhecimento tem levado a esta Casa de Leis a fazer o povo sofrer e o povo tem sofrido, porque o dia que o vereador souber que ele é poder ( o vereador é poder) com certeza o povo será feliz porque o vereador vai fazer leis, vai fazer com que o executivo cumpra as leis e o povo será um povo feliz”, disse.

Como exemplo o vereador Anderson Branca de Neve  afirmou  “Estamos vereando a aproximadamente três anos, nestes três anos de vereança nós já demos ao Município ao estado e a nação um valor significante de despesas, porque além do salário bom que recebemos  temos  ainda o beneficio do lanche, viagem  para Belo Horizonte que a Câmara paga para nós,  temos hotéis bons que são caros, e tudo quem paga é o povo, agora eu pergunto nestes três anos o que o povo recebeu ?nada, nada, nada”,  reconheceu.

Sobre o massacre sobre o vereador Marcelinho do Lico na reunião próxima passada o vereador comentou “Tivemos um debate acalorado na reunião passada entre o vereador Anderson Branca de Neve e o Vereador Marcelo Alves de Oliveira, debate esse que é fruto de uma ocorrência policial na delegacia na qual terei o prazer de responder, irei responder com alegria, até por falta de conhecimento, quando o regimento interno no seu artigo 73 que fala: O vereador é inviolável por suas opiniões, palavras e votos, tenho certeza que não tinha via de fatos, teve palavras, então  desde já eu quero mandar como defesa, não só este artigo, como a constituição federal toda, e gostaria de pedir ao povo que tivesse mais conhecimento  desta Casa de Leis, sempre digo a mesma coisa, Câmara Municipal, Exército, Polícia Militar não é lugar de homens fracos, não é lugar de coitadinhos, não é lugar de homens apiedados e de homem sem posição,  homem para falar sou vereador, sou polícia militar, sou soldado do exército, ele tem de ter postura e ter garra, tem de ter coragem para defender aquela bandeira que ele levantou” continuou.

Além de tecer criticas costumeiras ao prefeito municipal, o Vereador Branca de Neve intitulou a Câmara Municipal de Mantena de “maquina de fabricar linguiça”, “Durante estes três anos de mandato esta Câmara não tem defendido uma bandeira,  diga-se de passagem, volto usar a fala do Vereador Roberto Jorio, esta Câmara não deixou de ser uma maquina de fabricar linguiça, nada se fez e o que fez não se cumpriu” e mais   “Faça sol ou faça chuva cada vereador recebe 5 mil reais por mês, cada homem que tá aqui, e o povo ganha o que ?, me responde o que é dado para o povo?”, atacando aos vereadores.  

Além de ter criticado  a própria Câmara Municipal de Mantena e consequentemente aos colegas vereadores, o vereador mais uma vez  atacou ao prefeito municipal com xingamentos  e finalizou  detonando todos os secretários municipais  “São todos um bando de incompetentes”, disse.   O Vereador Marcelinho do Lico não usou da Tribuna e não se pronunciou sobre os fatos.