Paulo Márcio pode cair por improbidade e caos político continua em Água Doce do Norte

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Segundo informações  uma ação vai pedir a cassação do prefeito de Água Doce do Norte por improbidade administrativa. O Município que já viveu momentos tensos continua  num caos político sem fim. 

Carlin Ferreira de Matos
Carlin Ferreira de Matos

A nomeação inadvertida de um servidor com outro vínculo público pode custar caro ao prefeito de Água Doce do Norte, Paulo Márcio. A oposição no município se movimenta para fazer uma denúncia de improbidade administrativa, junto ao Tribunal de Contas do Espírito Santo (TCE-ES) e ao Ministério Público Estadual.

Se os dois órgãos aceitarem a denúncia, Paulo Márcio poderá, se condenado, até ser afastado do cargo, além de ter seus direitos políticos suspensos, o que o impediria de concorrer nos próximos pleitos eleitorais. A informação da oposição é de que a Prefeitura já tomou conhecimento do caso, mas está tentando abafá-lo.

Fato é que o servidor Carlin Ferreira de Matos, que ocupa o cargo em comissão de agente político como Secretário de Planejamento, ao mesmo tempo ocupou, durante três meses, uma função pública na Secretaria de Estado da Justiça. Carlim Ferreira foi nomeado secretário no dia 02 de janeiro de 2015 e, em paralelo, continuou na sua função de agente penitenciário da Secretaria de Estado de Justiça (Sejus) nos meses de janeiro a março de 2015, somente pedindo exoneração no início de abril.

Prefeito Paulo Márcio na marca penal
Prefeito Paulo Márcio na marca penal

Tanto o secretário quanto o prefeito poderão ser alcançados pela lei, que somente permite acumulação de cargos públicos, a não ser de professor e de médico. O caso pode evoluir e, no caso do secretário, por falsidade ideológica, ser condenado a até 5 anos de prisão. Todo servidor ao assumir um cargo precisa assinar uma declaração de que não há acumulação. E se responsabilizar por essa informação.

Mais pepino para o prefeito

A câmara municipal faz requerimentos a prefeitura e o prefeito Paulo Márcio não responde e segundo a lei orgânica do município o prefeito tem que ser afastado imediatamente por não responder após trinta dias e vereadores vão pedir o afastamento do prefeito.

Fonte: Site Gazeta do Norte/Barra de São Francisco

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