Exclusivo: Viciados em “crack” “zumbis” humanos precisam de uma ação social em Mantena

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Eles estão sendo considerados  “zumbis” da madrugada  mantenense, em sua maioria são dependentes de drogas e viciado no  “crack” e são os responsáveis pela maioria dos arrombamentos em residências,  lojas e pequenos furtos que tem acontecido na cidade.  Um grupo de pessoas comprometidas com a vida começaram  uma  ação neste fim de semana para ajuda-los    e conclamamos a participação das  autoridades e sociedade  de Mantena.

pageQuem anda pela madrugada se depara com  pessoas necessitadas de ajuda, as cenas são de tristezas e de agonia, muitos afoitos pela  necessidade de recorrer as drogas ficam a espreita esperando uma forma de arrumar um dinheiro e  à medida que o tempo vai passando a fome chega e muitos deles começam a revirar os lixos buscando alguma coisa para  comer, abordados eles não tem uma explicação para estar até três, quatro horas da manhã  pelas ruas. Algumas mulheres  dependentes chegam a prostituir por 2 reais  atendendo um ou mais  clientes diferentes por dia, o que os deixa mais propensos a contrair e transmitir doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e a AIDS.

Na verdade durante o tempo em que as ruas estão povoadas pela população, alguns deles  agem como pedinte, já que uma pedra de “crack” vale dez reais, todo trocado juntado  é para a compra das drogas.  A maioria destas pessoas fica andando pelo centro da cidade, mas, quem for ao Bairro dos Operários também vai encontrar uma boa quantidade destes “zumbis” perambulando pelas ruas do bairro.

Nesta madrugada de sábado para domingo, em patrulha normal, a  Polícia Militar deparou mais uma vez com esta situação, ou seja, um grande numero de  pessoas “zumbis” pelas ruas do centro  e um dos policiais que estava  trabalhando  propôs  através do Grupo de WhatsApp  Mantena Protegida  uma ação social  para que estas pessoas tenham uma oportunidade de recuperação.

Imediatamente o Grupo começou movimentar e algumas ideias foram surgindo para que estas pessoas recebam um atendimento e uma oportunidade de reabilitação, uma ação humana que também estaria contribuindo para diminuição dos pedintes e dos pequenos furtos pela cidade.  

Foi lembrado que em São Felix de Minas existe um CAPS – Centro de Atenção Psicossocial e que atende com profissionais capacitados e recebe  internamento por seis meses aos jovens que desejam esta oportunidade “Na verdade o dependente tem de querer o internamento, não podemos forçar que ele seja internado, o que torna mais difícil para tirar estas pessoas das ruas”, disse uma autoridade.

Sem locais para recorrer a uma ajuda as pessoas ficam pela praça em busca de alguma forma de arrumar dinheiro ou comida para saciar a fome
Sem locais para recorrer a uma ajuda as pessoas ficam pelas ruas em busca de alguma forma de arrumar dinheiro ou comida para saciar a fome que chega pela madrugada.

Lembrando que em Mantena  também  existe um CAPS, mas, que ainda não esta em operação, porém  o Projeto já  foi aprovado pela Câmara Municipal  e sancionado pela gestão anterior “Não seria o caso das autoridades e a sociedade se juntar para que este CAPS esteja funcionando em Mantena e  através dele seja feito o trabalho de triagem para o CAPS de São Felix de Minas” sugeriu outro participante do grupo.

Outras ações sociais também foram lembradas e que já existiram em Mantena como uma horta municipal com a participação destas pessoas como lembrou um comerciante. Outro comerciante lembrou que podia se votar uma Lei para que aqueles que queiram contribuir  na conta de água do SAAE  de 1 a 10 reais e investimento no CONSEP – Conselho Municipal de Segurança de Mantena para administrar esta renda em beneficio deste movimento e ação social.

Foto: Rede Social /Internet
Foto: Rede Social /Internet

Na verdade o Jornalismo Mantena Online traz à tona esta necessidade e o momento que estamos vivendo em Mantena  convidando e convocando as autoridades competentes e toda sociedade para que estejam envolvidos nesta ação humana e cristã que poderá modificar a vida de  muita gente e de famílias que sofrem sem condições financeiras e sem assistência neste momento de dor e sofrimento. As fotos apresentadas com tarjas mostra o problema sem evidenciar a pessoa, pois, a intenção é mostrar para quem não acompanha a madrugada a verdadeira situação da cidade.