Situação da dengue está sob controle, mas alerta continua ligado em Mantena

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O Coordenador de Endemias Marcelo Magno de Freitas frisou que as ações de prevenção continuam e   foi taxativo sobre o fumacê: “É melhor ter o controle da dengue do que a possibilidade de usar o fumacê contra os mosquitos comuns e conviver com a  dengue com maior frequência em nosso dia a dia”.

O trabalho de controle e enfrentamento dos agentes de endemias prossegue e a participação dos moradores é fundamental.
O trabalho de controle e enfrentamento dos agentes de endemias prossegue e a participação dos moradores é fundamental.

As ações de combate a dengue no período de junho / 2013 a junho / 2014, obtiveram êxito, pois, neste intervalo de tempo, ocorreram poucas notificações. Foi confirmado somente 01 ( Um) caso de dengue neste período, sendo que, entre julho/ 2014 a julho / 2015, ocorreram 02 ( dois) casos confirmados em 39 notificações.

Com investimento anual  de, aproximadamente 500 mil reais, entre recursos próprios e oriundos das esferas do Governado Estadual e Federal, muitas foram as conquistas do  governo municipal nesta área, adquirindo  02 (dois) termonebulizadores portáteis, permanência da equipe de controle de vetores, ações centralizadas onde há focos de Aedes aegypti, pontos estratégicos, limpeza das margens dos mananciais que cortam a cidade, ações educativas, coletas de lixo de maneira eficaz e rotineira. Lembrando que a utilização dos inseticidas deve ser voltada para o combate ao mosquito transmissor da dengue e não de outras espécies. É necessário que o uso dos inseticidas seja criterioso, pois sua utilização incorreta pode causar tolerância ao produto.

Embora haja uma incidência maior do mosquito comum neste instante, a grande  preocupação nesta área  é para que a dengue  mantenha este nível quase zerado no Município. O Coordenador de Endemias  do Município, Marcelo Magno de Freitas, explicou: “Não podemos  incrementar o fumacê neste instante primeiro porque existe uma baixa umidade no ar que pode causar alergias e outros problemas respiratórios, a tolerância  do Aydes Aegypti a utilização do inseticida tornando resistente podendo assim se proliferar e perdemos a nossas ações contra a dengue, é melhor cuidar para que a dengue não chegue, pois, o mosquito comum não causa doenças.  O uso de repelentes pelo próprio cidadão em seus lares é uma saída para o momento, acreditamos  que com a elevação da umidade no ar e com as chegadas das chuvas diminua a quantidade de mosquitos”  destaca.   

O trabalho de controle e enfrentamento dos agentes de endemias prossegue e a participação dos moradores é fundamental. “Por isso, é muito importante a divulgação e a orientação para que todos possam combater o mosquito transmissor da dengue, em ações realizadas diariamente nas suas casas”, finalizando.

Vejam as fotos com Exclusividade Mantena Online:

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As ações de combate a dengue no período de junho / 2013 a junho / 2014, obtiveram êxito, pois, neste intervalo de tempo, ocorreram poucas notificações. Foi confirmado somente 01 ( Um) caso de dengue neste período, sendo que, entre julho/ 2014 a julho / 2015, ocorreram 02 ( dois) casos confirmados em 39 notificações.

Com investimento anual  de, aproximadamente 500 mil reais, entre recursos próprios e oriundos das esferas do Governado Estadual e Federal, muitas foram as conquistas do  governo municipal nesta área, adquirindo  02 (dois) termonebulizadores portáteis, permanência da equipe de controle de vetores, ações centralizadas onde há focos de Aedes aegypti, pontos estratégicos, limpeza das margens dos mananciais que cortam a cidade, ações educativas, coletas de lixo de maneira eficaz e rotineira. Lembrando que a utilização dos inseticidas deve ser voltada para o combate ao mosquito transmissor da dengue e não de outras espécies. É necessário que o uso dos inseticidas seja criterioso, pois sua utilização incorreta pode causar tolerância ao produto.

Embora haja uma incidência maior do mosquito comum neste instante, a grande  preocupação nesta área  é para que a dengue  mantenha este nível quase zerado no Município. O Coordenador de Endemias  do Município, Marcelo Magno de Freitas, explicou: “Não podemos  incrementar o fumacê neste instante primeiro porque existe uma baixa umidade no ar que pode causar alergias e outros problemas respiratórios, a tolerância  do Aydes Aegypti a utilização do inseticida tornando resistente podendo assim se proliferar e perdemos a nossas ações contra a dengue, é melhor cuidar para que a dengue não chegue, pois, o mosquito comum não causa doenças.  O uso de repelentes pelo próprio cidadão em seus lares é uma saída para o momento, acreditamos  que com a elevação da umidade no ar e com as chegadas das chuvas diminua a quantidade de mosquitos”  destaca.

O trabalho de controle e enfrentamento dos agentes de endemias prossegue e a participação dos moradores é fundamental. “Por isso, é muito importante a divulgação e a orientação para que todos possam combater o mosquito transmissor da dengue, em ações realizadas diariamente nas suas casas”, finalizando.

Veja algumas fotos com exclusividade Mantena Online: