JUSTIÇA = Keylla Kristtian da Rocha é absolvida pelo Tribunal do Júri em Mantena/MG.

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Após ficar presa por aproximadamente 01 ano e 02 meses, a justiça reconheceu a inocência da cabelereira  Keylla e a absolveu através do Tribunal do Júri.

Depois de quase 01 ano e 02 meses a justiça foi feita e cabeleira Keylla Kristtian da Rocha foi absolvida pelo Tribunal do Júri em Mantena/MG.
Depois de quase 01 ano e 02 meses a justiça foi feita e cabelereira Keylla Kristtian da Rocha foi absolvida pelo Tribunal do Júri em Mantena/MG.

Depois de quase 01 ano e 02 meses a justiça foi feita e a cabelereira  Keylla Kristtian da Rocha foi absolvida pelo Tribunal do Júri em Mantena/MG. O caso ganhou grande repercussão na cidade de Mantena e em toda região, quando em 22 de novembro de 2014, Keylla Kristtian da Rocha e Maria Helena da Lapa foram presas acusadas de homicídio.  Maria Helena da Lapa foi condenada a 12 anos e 06 meses de reclusão. Já Keylla Kristtian da Rocha  foi absolvida.

O Advogado responsável pela defesa  e absolvição da cabeleireira  Keylla Kristtian da Rocha   foi  Dr. Romeu Batista de Oliveira que   tem se destacado no cenário forense na região Leste e Noroeste Capixaba.  Em 2015,  o advogado conseguiu a façanha inédita de vencer uma ação civil por dano morais com pedido de antecipação dos efeitos da tutela  em desfavor do Facebook Serviços Online do Brasil Ltda.

O Advogado responsável pela defesa e absolvição da cabeleireira Keylla Kristtian da Rocha foi Dr. Romeu Batista de Oliveira
O Advogado responsável pela defesa e absolvição da cabeleireira Keylla Kristtian da Rocha foi Dr. Romeu Batista de Oliveira

O promotor que atuou no júri foi  Dr. Agenor Andrade Leão, que, inclusive, diante do processo  também  pediu a absolvição da cabelereira  Keylla Kristtian da Rocha. Não se sabe ainda se o advogado vai recorrer diante da Justiça do  Estado de Minas Gerais requerendo danos  moral  pela prisão indevida de sua cliente por um ano e dois meses.

Entenda o Caso

O crime aconteceu  na conhecida e  antiga  “rua da zona boemia” em Mantena. Na noite de sábado, 22 de Novembro de 2014, Maria Aparecida, conhecida como Nega Lapa, uma ex- presidiaria, e sua amiga, a cabeleira Keylla Kristtian, foram acusadas de terem  cortado o órgão sexual  e assassinado a marteladas, Carlos Fernandes Moreira, 55, filho de Terezinha Moreira Fernandes. Em seu depoimento Nega Lapa disse que Carlos Fernandes havia lhe chamado de “sapatão”, mas, que não importava e que ia  “comer” ela assim mesmo.  

O crime aconteceu por volta das 17h55min horas, quando um morador chamou a Polícia Militar porque viu que “Nega Lapa” estava suja de sangue na porta da casa. A PM chegou e  encontrou a porta da casa trancada , onde foi preciso arrombar. Na parte de dentro  da casa os policiais encontraram o corpo do homem  caído,  já sem vida e Lapa trancada dentro de um quarto, gritando que não ia sair e que quem entrasse ela matava também. Depois da insistência da PM, Nega Lapa saiu do quarto totalmente nua, e diante dos fatos a cabelereira Keylla Kristtian da Rocha apareceu muito  descontrolada.

A PM então enrolou uma coberta em Lapa, e as duas foram algemadas e presas em flagrante, encaminhadas para o Delegado de Plantão em Governador Valadares, onde permaneceram presas até a data do julgamento.  Maria Helena da Lapa foi condenada a 12 anos e 06 meses de reclusão e Keylla Kristtian da Rocha  foi absolvida.