Secretário de Defesa Civil e professora são mortos em assaltos na Baixada Fluminense

0
92

Marcos Wander Silva de Oliveira, de 42 anos, também era policial militar reformado e foi morto dentro do carro em Belford Roxo. Já a professora Tânia da Silva saía de um colégio na mesma cidade quando foi vímita de um arrastão e baleada na cabeça.

(foto: Reprodução/Facebook/Prefeitura de Belford Roxo)
(foto: Reprodução/Facebook/Prefeitura de Belford Roxo)

secretário municipal de Defesa Civil e Ordem Urbana de Belford Roxo, Marcos Wander Silva de Oliveira, de 42 anos, foi morto na noite dessa quinta-feira (29), no município localizado na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro. Marcos também era policial militar aposentado.

O secretário estava em um carro no Bairro de Heliópolis, em Belford Roxo, quando foi abordado por criminosos armados. Uma das hipóteses é que ele tenha sido morto por assaltantes ao ser reconhecido com um policial militar reformado. Policiais do Batalhão de Belford Roxo (39º BPM) foram acionados e chegaram a levar a vítima para o Hospital da Posse, em Nova Iguaçu, mas ele já chegou morto ao local. O crime está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF).

Marcos estava no cargo de secretário desde dezembro do ano passado. Ele é a segunda pessoa em cargo político no estado a ser assassinada desde o início da intervenção federal na segurança do Rio, há um mês e meio. No dia 14 de março, a vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSOL) foi morta também dentro de seu carro, com vários tiros. A hipótese mais provável é que Marielle tenha sido executada. De acordo com o Disque Denúncia, Marcos também é o 33º policial agente de segurança assassinado no estado neste ano. 

Ainda em Belford Roxo, a professora Tânia da Silva, diretora da Escola Municipal Jorge Ayres de Lima, foi assassinada quando saía do colégio, depois de uma festa em comemoração à Páscoa. Segundo a prefeitura de Belford Roxo, Tânia foi vítima de um arrastão de bandidos, no bairro Três Setas e alvejada na cabeça. Ela era professora da rede municipal desde 95. Na nota, a prefeitura diz lamentar “tanta violência. Que Deus conforte essas famílias Estamos assustados. A cidade pede socorro”.