Mesmo com 30 casos de coronavírus e duas mortes abertura de mais setores do comércio estão sendo discutidas  em  Mantena 

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Embora boa parte da população vem pedindo pelas Redes Sociais  que  Mantena feche todo o comércio  fomos pego de surpresa  com  uma reunião cujo o  debate foi em torno da possibilidade de abertura de mais setores do comércio da cidade.

Boletim desta quarta feira, (27), caso ocorra nova flexibilização do executivo municipal que não respeite a legislação estadual, poderá o Prefeito João Rufino responder pessoalmente por suas decisões Foto: PMM/Divulgação

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Na  tarde desta quarta-feira (27) ocorreu mais uma reunião do Comitê Extraordinário COVID-19 na cidade de Mantena.  A reunião foi restrita aos membros do comitê e, segundo informações obtidas pelo Jornalismo Mantena Online, o debate foi em torno da possibilidade de abertura de mais setores do comércio da cidade.

Desde o início da pandemia nota-se  a necessidade de ser implementado  isolamento social e quarentena  como  os realizados   por  algumas cidades circunvizinhas  algumas delas  tendo decretado até mesmo lockdown, porém  a situação de Mantena desde o inicio  foi muito diferente com a administração incerta no caminho a percorrer.

O Prefeito João Rufino tem se mostrado perdido e sem uma boa assessoria técnica pecou em algumas decisões, tendo que ser advertido diversas vezes pelo Ministério Público para que adequasse seus decretos as leis estaduais e observasse critérios técnicos e científicos nas tomadas de decisão.

Por muitas vezes o Prefeito João Rufino não aguentou a pressão exercida por empresários e comerciantes e flexibilizou o isolamento aconselhado pelas autoridades de saúde, tendo que voltar atrás em sua decisão.

Se havia dúvida sobre a responsabilidade do gestor municipal com relação às suas atitudes durante a pandemia, em sessão realizada no dia 21/05/2020, os ministros do STF decidiram que atos de agentes públicos em relação à pandemia da Covid-19 devem observar critérios técnicos e científicos de entidades médicas e sanitárias, sob pena de se tornarem corresponsáveis por eventuais violações a direitos.

Segundo um profissional da área jurídica consultado, em termos gerais, a decisão dos ministros do STF indica que o chefe do Executivo que tomar medidas contrárias às recomendações técnicas e científicas neste momento de pandemia pode ser responsabilizado pessoalmente pelas consequências desses atos.

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