Fogo devasta pasto e assusta moradores às margens da BR que liga Aldeia a Goiabeira em cena lamentável de destruição, veja vídeo

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A equipe do Jornalismo Mantena Online  presenciou o fato que deixou os moradores e proprietários  das terras  na região muito apreensivos tentando de todas as formas apagar o incêndio que começou na noite deste domingo, (19), as chamas eram tão intensas que causaram  preocupação  até mesmo para   os motoristas de veículos que trafegavam pela BR. A viatura da Polícia Militar foi vista no local, porém não se sabe ainda se o fogo foi provocado  por alguém ou foi mesmo um acidente.

Imagens: Marcelo Santos 

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Minas Gerais enfrenta a pior temporada de incêndios florestais em uma década

Do início do mês até esta sexta-feira (17), já foram  3.681 queimadas no estado, mais do que o registrado em todo o mês de setembro de 2020. Aviões estão sendo utilizados no combate às chamas.

Por Jornal Nacional

Minas Gerais  registra um foco de incêndio a cada 3 minutos – Foto: Corpo de Bombeiros/ Divulgação

O combate às chamas ganhou reforço aéreo em Minas Gerais na pior temporada de incêndios em uma década.

O horizonte, tomado pela fumaça, é o destino de aviões que recebem 1,8 mil litros de água antes de cada decolagem.

Os pilotos fazem vários voos por dia. São muitos focos de incêndio que aparecem a todo momento destruindo a mata nas montanhas de Minas Gerais.

Atacar as chamas pelo ar é fundamental em áreas de difícil acesso para bombeiros e brigadistas, que não estão tendo descanso nos últimos dias. O piloto tem que ter precisão.

“O lançamento ideal é na linha de fogo e tentando atingir, também, uma área que não foi queimada ainda, para que as equipes consigam chegar e fazer o rescaldo dessa linha que foi apagada pelo avião”, explicou o piloto Luís Sergio Donini.

É um vai e vem constante. Oito aviões estão sendo utilizados para o combate aos incêndios em Minas Gerais. O reabastecimento com água tem que ser rápido. O piloto não fica nem cinco minutos em solo. A agilidade faz muita diferença para quem tenta controlar o fogo nas matas.

Do início do mês até esta sexta-feira (17), já são 3.681 queimadas no estadoJá passou o que foi registrado no mês de setembro todo do ano passado.

Os bombeiros lembram que o fogo, na maioria das vezes, é provocado por ação humana.

“A gente está falando de um combate que é muito arriscado, muito trabalhoso. Às vezes, a gente fica cinco, seis dias somente em um incêndio florestal, precisa de quantidade de homens, uma quantidade muito grande de recursos que é utilizado, e tudo isso poderia ser evitado se as pessoas fossem um pouco mais conscientes”, ressaltou Pedro Aihara, tenente do Corpo de Bombeiros.

O responsável pelo incêndio, no começo do mês, na Serra de São José, próxima a Tiradentes, vai ter que responder pelo que fez. O dono de uma propriedade rural é suspeito de ter colocado fogo para diminuir a área de pasto, mas as chamas se alastraram e 925 hectares de uma área de proteção ambiental foram atingidos.

A Polícia Militar de Meio Ambiente aplicou uma multa no valor de quase R$ 4 milhões. O homem ainda pode responder pelos crimes de incêndio florestal e danos patrimoniais.

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