• Home
  • Cidades
    • Mantena
    • Itabirinha
    • São João do Manteninha
  • Estado
  • Política
  • Geral
  • Polícia
  • Colunas
    • Coluna da Fé
    • Coluna do Advogado
    • Sua vida é destaque
  • Vídeos
No Result
View All Result
  • Home
  • Cidades
    • Mantena
    • Itabirinha
    • São João do Manteninha
  • Estado
  • Política
  • Geral
  • Polícia
  • Colunas
    • Coluna da Fé
    • Coluna do Advogado
    • Sua vida é destaque
  • Vídeos
No Result
View All Result
Mantena Online
No Result
View All Result

Minas ocupa a segunda posição no ranking de mortes por homotransfobia

Redação por Redação
janeiro 20, 2018
em Diversas, Outros Destaques, Podcast

Foram 43 vítimas em 2017, número que representa uma alta de 105% em relação aos registros do ano anterior.


EM Estado de Minas
Minas ocupa a segunda posição no ranking de mortes por homotransfobia

Quarenta e três lésbicas, gays, bissexuais ou transexuais perderam a vida em Minas Gerais no ano passado vítimas de homotransfobia, que matou 445 pessoas desse grupo em todo o Brasil no período. O estado foi o segundo em número de notificações de assassinatos e suicídios de pessoas desse grupo. Os dados são do relatório anual do Grupo Gay da Bahia (GGB) e indicam o maior número de ocorrências em 38 anos, quando o monitoramento começou a ser feito pela entidade.

O levantamento realizado pelo GGB se baseia principalmente em informações veiculadas pelos meios de comunicação. Conforme a pesquisa, os estados que notificaram o maior número de casos, em termos absolutos, foram São Paulo (59 vítimas), Minas Gerais (43), Bahia (35) e Ceará (30). No levantamento de 2016, Minas aparecia na 5ª posição, com 21 mortes, o que mostra aumento de 105% no intervalo de um ano.

Os dados de 2017 do país representam aumento de 30% em relação a 2016, quando foram registrados 343 casos no país. Em 2015, foram 343 LGBTs assassinados, contra 320 em 2014 e 314 em 2013. O saldo de crimes violentos contra essa população em 2017 é três vezes maior do que o observado há 10 anos, quando foram identificados 142 casos.

A pesquisa do grupo também contabiliza mortes de heterossexuais. “Das 445 vítimas de homotransfobia documentadas em 2017, 194 eram gays (43,6%), 191 trans (42,9%), 43 lésbicas (9,7%), 5 bissexuais (1,1%) e 12 heterossexuais (2,7%)”, explica a entidade no levantamento. “Doze das vítimas foram identificadas como heterossexuais, justificando-se sua inclusão neste relatório pelo fato de terem sido mortas devido a seu envolvimento com o universo LGBT, seja por tentar defender algum gay ou lésbica quando ameaçados de morte, seja por estar em espaços predominantemente gays ou serem ‘T-lovers’, amantes de travestis. Do mesmo modo que um branco morto por defender quilombolas deve ser incluído, sem sombra de dúvida, entre as vítimas do racismo”, justifica o texto.

A maioria das vítimas tinha entre 18 e 25 anos de idade (32,9%). Outros 41,2% tinham idades entre 26 e 40 anos e 5,7%, menores de 18 anos. Segundo o relatório, três travestis tinham 16 anos quando foram mortas. “Esses assassinatos de menores travestis tocam numa ferida delicada e trágica do universo LGBT+: a precocidade da inserção de adolescentes na prestação de serviços sexuais, prática ilegal e criminosa na perspectiva dos clientes, solução inevitável por parte das trans adolescentes, que expulsas de casa não encontram outro meio de sobrevivência a não ser vender seus corpos na calada da noite”, analisa o Grupo Gay da Bahia. Ainda segundo o levantamento, em 1,9% dos casos, as vítimas eram idosas.

CAUSAS VIOLENTAS 

“Segundo agências internacionais de direitos humanos, mata-se muitíssimo mais homossexuais aqui do que nos 13 países do Oriente e da África, onde há pena de morte contra os LGBT. E o mais preocupante é que tais mortes crescem assustadoramente: de 130 homicídios em 2000, os crimes saltaram para 260 em 2010 e 445 mortes em 2017”, enfatiza a pesquisa da entidade baiana.

Das 445 mortes registradas em 2017, 194 eram gays, 191 eram pessoas trans, 43 eram lésbicas e cinco eram bissexuais. Em relação à maneira como eles foram mortos, 136 episódios envolveram o uso de armas de fogo e 111 o de armas brancas, 58 foram suicídios, 32 ocorreram após espancamento e 22 vítimas morreram por asfixia. Há ainda registro de violências como apedrejamento, degolamento e desfiguração do rosto.

Quanto ao local, 56% dos episódios ocorreram nas ruas e 37% dentro da casa da vítima. Segundo o GGB, a prática mais comum com travestis é o assassinato na rua a tiros ou por espancamento. Já gays em geral são esfaqueados ou asfixiados dentro de suas residências.

Um exemplo foi o assassinato da travesti Dandara, de 42 anos. Ela foi espancada, apedrejada e depois morta a tiros por oito pessoas em Fortaleza, em 15 de fevereiro de 2017. Os autores ainda registraram o crime em vídeo, que ganhou grande repercussão nas redes sociais.

 

Em Belo Horizonte, um dos casos que tiveram repercussão no ano passado foi o da travesti Mirella de Carlo, sufocada com uma toalha de banho em seu apartamento no Bairro Carlos Prates, em março, supostamente por um desentendimento em torno do valor a ser pago por um programa.

Leis e punição

O fundador do Grupo Gay da Bahia e um dos autores do estudo sobre crimes contra LGBT, o antropólogo Luiz Mott, aponta cinco soluções emergenciais para erradicar esse tipo de crimes: “Educação sexual e de gênero para ensinar aos jovens e a população em geral a respeitar os direitos humanos dos LGBT; aprovação de leis afirmativas que garantam a cidadania plena dessa população, equiparando a homofobia e transfobia ao crime de racismo; políticas públicas na área da saúde, direitos humanos, educação, que proporcionem igualdade cidadã à comunidade LGBT; exigir que a polícia e a Justiça investiguem e punam com toda severidade os crimes homo/transfóbicos e finalmente, que os próprios gays, lésbicas e trans evitem situações de risco, não levando desconhecidos para casa e acertando previamente todos os detalhes da relação. A certeza da impunidade e o estereótipo do LGBT como fraco, indefeso, estimulam a ação dos assassinos”, finaliza.

RECENTES

Professora relata possível erro médico após histerectomia em São João do Manteninha 

Professora relata possível erro médico após histerectomia em São João do Manteninha 

Ação rápida da PM evita tragédia e termina com homem preso na Festa do Estudante em Central de Minas

Ação rápida da PM evita tragédia e termina com homem preso na Festa do Estudante em Central de Minas

Crise na Saúde: Secretário de Mantena faz apelo emocional a médicos e esclarece dívidas do hospital

Crise na Saúde: Secretário de Mantena faz apelo emocional a médicos e esclarece dívidas do hospital

“O povo quer solução, não briga política”, afirma Marquinhos da Saúde sobre descarte de queijos em São João do Manteninha

“O povo quer solução, não briga política”, afirma Marquinhos da Saúde sobre descarte de queijos em São João do Manteninha

© 2022 - Desenvolvido por Webmundo Soluções Interativas.

No Result
View All Result
  • Home
  • Cidades
    • Mantena
    • Itabirinha
    • São João do Manteninha
  • Estado
  • Política
  • Geral
  • Polícia
  • Colunas
    • Coluna da Fé
    • Coluna do Advogado
    • Sua vida é destaque
  • Vídeos

© 2022 - Desenvolvido por Webmundo Soluções Interativas.