MANTENA – Um verdadeiro “furacão” político atingiu as redes sociais de Mantena neste fim de semana. Vídeos que circulam amplamente denunciam gastos exorbitantes do Poder Legislativo extraídos diretamente do Portal da Transparência da Câmara Municipal. Até o fechamento desta edição, o Legislativo local ainda é alvo de cobranças por notas explicativas que justifiquem a moralidade desses gastos.

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O “Cardápio” da Discórdia
Entre os itens que geraram maior indignação, destaca-se uma previsão de gastos de R$ 78 mil para serviços de padaria. O valor, destinado a atender as necessidades cotidianas da Câmara, é questionado por internautas que comparam a fartura legislativa com as condições de trabalho de quem mantém a cidade limpa.

Além dos lanches, a “festa” dos números continua com:
- R$ 24.066,67: Valor estimado em Aviso de Dispensa de Licitação para uma confraternização de final de ano, descrita como uma festa restrita para vereadores, funcionários e convidados.
- Quase R$ 25 mil: Investidos na aquisição de tablets e televisores, elevando o nível tecnológico do legislativo em um momento de crise social.

A Questão dos Garis: Onde Está a Prioridade?
A denúncia levanta uma indagação fundamental: qual é a real prioridade dos representantes do povo? Os garis, que deveriam ter nos vereadores seus maiores defensores para a garantia de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual), uniformes novos e reajustes salariais, parecem ter sido deixados em segundo plano.
O orçamento para 2026, já em fase de execução e planejamento, aponta que a Câmara Municipal de Mantena tem uma receita muito estimada de valores. A pergunta que ecoa nas esquinas da “Terra Boa” é simples: se há recursos para festas e lanches de alto custo, por que falta o básico para quem faz o trabalho mais pesado e essencial da cidade?
Indagações Necessárias
Até o fechamento desta edição, o Legislativo local ainda é alvo de cobranças por notas explicativas que justifiquem a moralidade desses gastos. A população agora monitora de perto as licitações em andamento, esperando que o Portal da Transparência deixe de ser apenas um repositório de denúncias para se tornar uma ferramenta de justiça social.
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