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Mantena Online
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Secretaria de Saúde informa situação de baixo risco para uma epidemia de dengue em Mantena

Redação por Redação
novembro 25, 2015
em Cidade, Destaque, Estado, Geral, Imagem Destaque, Mantena, Política, São João do Manteninha, Urgente

De acordo com o último  resultado do 3º LIRAa 2015  ( Levantamento Rápido de Aedes aegypti) com índice de 0,9 %,  o município de Mantena se encontra   em uma  situação de baixo risco para uma epidemia de dengue, porém, a secretaria alerta  para  a chegada do período de chuvas, o qual este índice poderá aumentar.

Marcelo Magno (c), Coordenador Técnico em Endemias/Controle de Zoonoses, e sua equipe tem feito um difícil trabalho no combate a dengue em Mantena
Marcelo Magno (c), Coordenador Técnico em Endemias/Controle de Zoonoses, e sua equipe, tem feito um  bom trabalho no combate a dengue em Mantena

Preocupada com  a chegada do período de chuvas de fim de ano, a Secretaria Municipal de Saúde  deixa claro que a  melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. Para  o Coordenador  Técnico em Endemias/Controle de Zoonoses, Marcelo Magno, é importante não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d´água, tambores, latões, cisternas, sacos plásticos e lixeiras, entre outros. 

Outras dicas são:

manter a caixa d´água sempre fechada com tampa adequada. Remover folhas, galhos e tudo que possa impedir a água de correr pelas calhas.

Não deixar a água da chuva acumulada sobre a laje.

Encher de areia até a borda os pratinhos dos vasos de planta.

Guardar garrafas sempre de cabeça para baixo.

Entregar seus pneus velhos ao serviço de limpeza urbana ou guarda-los sem água em local coberto e abrigados da chuva.

Colocar o lixo em sacos plásticos e manter a lixeira bem fechada e não jogar o lixo em terrenos baldios.

“Agindo com este cuidado estaremos contribuindo com a prevenção que é única arma contra doença”, afirmou.

Marcelo  Magno explicou que atualmente, três doenças vêm ocupando boa parte dos noticiários: Dengue, chikungunya e, mais recente, a zika “Todas são transmitidas pelo mesmo vetor, porém, possuem existem algumas semelhanças e diferenças que abordaremos a seguir. Ocorrem muitas dificuldades no enfrentamento destas doenças, tais como: Infestação do vetor no interior dos domicílios, ausência de um imunizante (e de um tratamento específico para os doentes), dificuldade de conscientizar a população e a resistência do mosquito vetor aos inseticidas”, explicou.

SEMELHANÇAS E DIFERENCIAÇÕES ENTRE DENGUE, CHIKUNGUNYA E ZIKA

TRANSMISSÃO

O vírus é transmitido pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus, porém, a zika também pode ser adquirida através da transmissão perinatal (de mãe para filho), em transfusões de sangue e relações sexuais.

SINTOMAS

Indivíduos com dengue apresentam febre alta (geralmente, 2 a 7 dias), dor de cabeça e atrás dos olhos, dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, erupção e coceira na pele. Em casos graves, ocorrem sangramentos (nariz, gengivas), dor abdominal, vômitos persistentes, sonolência, irritabilidade, hipotensão e tontura. Quanto a chikungunya, o principal sintoma é a dor nas articulações dos pés e das mãos, sendo mais intensa do que nos casos de dengue ( e que pode permanecer por meses e até por anos). Além disso, febre repentina acima de 39 graus, dor de cabeça, dor músculos e manchas vermelhas na pele. Cerca de 30% dos casos não apresentam sintomas. Pacientes com zika apresentam um quadro alérgico. Os sintomas, porém, são parecidos com os da dengue e da chikungunya: febre (mais baixa que nas outras duas doenças), dores e manchas no corpo (brancas e vermelhas). O paciente também pode apresentar diarreia e sinais de conjuntivite (vermelhidão nos olhos, mas, sem pus e sem coceira).

TRATAMENTO

Ao adquirir qualquer das três doenças, deve-se procurar atendimento médico e as recomendações são ficar de repouso, ingerir bastante líquido e não utilizar medicamentos que contenham ácido acetil salicílico ( AAS) devido ao risco de hemorragia.

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